Lula chega a Nova York com grupo pequeno e sem previsão de encontro com Trump

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Lula desembarca em Nova York para Assembleia Geral da ONU com comitiva reduzida

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou a Nova York neste domingo (21) para participar da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU). A chegada ocorreu às 17h57 no Aeroporto Internacional JFK, acompanhado por uma comitiva reduzida, composta por quatro ministros.

Comitiva e agenda em Nova York

A viagem de Lula ocorre em meio a uma crise diplomática com os Estados Unidos, governados por Donald Trump. O presidente brasileiro não tem previsão de encontro com Trump para tratar de tarifas e divergências políticas. Nos últimos dias, houve baixas no grupo que acompanharia Lula: o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, permaneceu no Brasil para tratar de propostas no Congresso, como a isenção do Imposto de Renda; Alexandre Padilha, da Saúde, desistiu da viagem por restrições de circulação nos EUA; e outros ministros mudaram os planos, entre eles Sidônio Palmeira, Esther Dweck e Jader Filho.

Já estão em Nova York a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira. A primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, chegou antecipadamente e participou de atividades oficiais. Lula e Janja irão se hospedar na residência oficial do Brasil, onde mora o embaixador Sérgio Danese, representante permanente do Brasil junto à ONU.

Comitiva oficial que acompanha Lula

1. Ricardo Lewandowski, Ministro da Justiça e Segurança Pública
2. Camilo Santana, Ministro da Educação
3. Márcia Lopes, Ministra das Mulheres
4. Sônia Guajajara, Ministra dos Povos Indígenas
5. Elmano de Freitas, Governador do Ceará
6. Celso Amorim, Assessor-Chefe da Assessoria Especial do Presidente

Impacto no mercado e implicações

A visita de Lula aos Estados Unidos acontece em meio a tensão diplomática, afetando a percepção externa sobre o Brasil. A ausência de negociações diretas com o governo Trump e a ameaça de novas sanções pelo Departamento de Estado, após a condenação de Jair Bolsonaro, podem gerar maior volatilidade no mercado financeiro brasileiro. Investidores acompanham com atenção os desdobramentos nas relações bilaterais, que podem impactar desde a bolsa de valores e o dólar até setores como exportação e comércio exterior. O contexto reforça a necessidade de monitoramento das políticas externas e suas consequências econômicas nos próximos meses.

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