Kraken avaliado em $15 bilhões, piloto de tokenização no Reino Unido, ETF da BlackRock

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Kraken levanta US$ 500 milhões com valuation de US$ 15 bilhões em meio a especulações de IPO

A exchange de criptomoedas Kraken captou US$ 500 milhões, alcançando um valuation de US$ 15 bilhões, reforçando sua posição financeira diante de rumores crescentes sobre uma possível oferta pública inicial (IPO). A rodada de investimentos foi concluída no início deste mês, segundo fontes próximas às negociações, embora a empresa não tenha confirmado oficialmente. Essa captação está alinhada com notícias anteriores que indicavam a busca pelo mesmo valor, interpretada como um movimento rumo à preparação para o IPO. Fundada em 2011 e lançada em 2013, a Kraken está entre as exchanges mais antigas do setor, operando com um volume de negociações que a coloca entre as 15 maiores do mundo.

Associação britânica inicia projeto piloto de depósitos tokenizados com grandes bancos

No Reino Unido, a associação comercial UK Finance, que representa mais de 300 instituições financeiras, lançou um projeto piloto para depósitos tokenizados em libras esterlinas (GBTD). O programa conta com a participação de seis grandes bancos, incluindo Barclays, HSBC, Lloyds, NatWest, Nationwide e Santander. O piloto, previsto para durar até meados de 2026, tem o objetivo de avaliar os benefícios potenciais para clientes, empresas e a economia britânica, focando em maior controle de pagamentos, prevenção de fraudes e processos de liquidação mais eficientes. Entre os casos de uso testados estão pagamentos em marketplaces online, processos de remortgage e liquidação de títulos no mercado atacadista. Especialistas destacam que o projeto busca criar novas formas de dinheiro programável que podem transformar a movimentação e gestão de valores.

BlackRock avança com pedido para ETF de renda premium em Bitcoin nos EUA

A gestora de ativos BlackRock deu início ao processo para registrar uma empresa trust em Delaware, visando lançar um ETF de Bitcoin Premium Income, que focará na venda de opções de compra cobertas sobre futuros de Bitcoin para gerar renda por meio da coleta de prêmios. Esta estratégia oferece distribuições regulares, mas limita o potencial de valorização em comparação ao ETF spot de Bitcoin da própria BlackRock, que replica o preço da criptomoeda. Analistas apontam que o produto complementará o iShares Bitcoin ETF (IBIT), que desde seu lançamento em janeiro de 2024 acumulou mais de US$ 60,7 bilhões em entradas, consolidando-se como o maior ETF de Bitcoin no mercado, seguido pelo Fidelity Wise Origin Bitcoin Fund, com US$ 12,3 bilhões.

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