Metro Boomin é absolvido em processo civil por alegações de agressão sexual
O produtor musical Metro Boomin foi absolvido em um processo civil envolvendo alegações de agressão sexual. A decisão foi tomada após um julgamento de três dias, finalizado na última quinta-feira, 25 de setembro. A jurada rejeitou as acusações trazidas por Vanessa Lemaistre, que alegou ter sido estuprada pelo artista em 2016 após consumir álcool e Xanax durante uma sessão de gravação.
Durante o julgamento, Metro Boomin, cujo nome real é Leland T. Wayne, testemunhou que o encontro foi consensual e sustentou que as alegações de Lemaistre surgiram durante uma experiência relacionada ao uso da ayahuasca. O advogado de defesa, Justin H. Sanders, qualificou o caso como "absurdo", enfatizando que as acusações de Lemaistre eram invenções.
Em nota, o advogado de Lemaistre, Michael J. Willemin, expressou decepção com o veredicto, mas destacou a coragem de sua cliente durante o processo. Willemin também indicou que há a intenção de recorrer da decisão.
O processo foi iniciado em 2024, onde Lemaistre alegou ter conhecido o produtor em Las Vegas e que, após o encontro, teria se sentido próxima dele em razão de uma tragédia pessoal. Contudo, conforme seu relato, a relação se deteriorou após o convite para uma sessão de gravação na Califórnia, onde, segundo ela, teria sido agredida e posteriormente engravidado em decorrência do ataque.
A defesa de Metro Boomin centrou sua argumentação na alegação de que Lemaistre havia manifestado suas acusações após ter tomado ayahuasca, sustentando que ela mesmo escreveu sobre um suposto "plano" de processar o artista durante a cerimônia. As notas manuscritas apresentadas durante o julgamento foram usadas como evidência, mostrando contradições nas afirmações de Lemaistre.
Após o veredicto, Metro Boomin foi visto declarando a repórteres que estava "abençoado" e satisfeito com a prevalência da verdade.



