A temporada do West Ham tem sido marcada por altos e baixos, com destaque para a ascensão de Mateus Fernandes. O jogador tem se mostrado crucial no meio-campo sob o comando de Nuno, impressionando com seu posicionamento, movimentação e entrosamento com Lucas Paqueta.
No entanto, nem todos os jogadores têm tido o mesmo desempenho. Mads Hermansen, contratado por 20 milhões de libras para substituir Alphonse Areola, é considerado uma grande decepção, tendo perdido a titularidade após apenas quatro jogos.
Taticamente, a equipe demonstra sinais de melhora. Com a chegada de Nuno, o West Ham parece estar desenvolvendo uma identidade tática após um período de instabilidade sob os comandos de Julen Lopetegui e Graham Potter. Embora não seja o estilo preferido por muitos torcedores, essa nova abordagem tem gerado resultados positivos.
A busca por consistência é o que os torcedores mais desejam de Nuno, já que as últimas escalações, mantidas por dois jogos consecutivos, renderam vitórias importantes e performances aprimoradas. A obsessão dos torcedores com o estilo de jogo da equipe é evidente, em parte devido ao retorno a um estilo semelhante ao utilizado anteriormente, que havia gerado descontentamento.
O foco dos torcedores deveria estar na estabilidade, compreendendo que os resultados e as vitórias são prioritários em relação ao estilo de jogo. Essa estabilidade é fundamental para pavimentar o caminho para o sucesso.
As expectativas para a temporada eram de um desempenho consistente no meio da tabela, mas agora, a realidade é uma batalha contra o rebaixamento, um desafio herdado por Nuno. A temporada até o momento é avaliada com uma nota de 2/10. Há confiança de que Nuno pode evitar o rebaixamento, mas a jornada até maio promete ser longa e tensa.



