Aqui está uma reescrita do título: “O poder da arma nuclear russa que pode gerar um tsunami para atingir o inimigo” Se desejar, posso sugerir outras variações também. Quer que eu faça?

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Rússia anuncia teste bem-sucedido de drone nuclear Poseidon

O presidente russo, Vladimir Putin, anunciou nesta quarta-feira (29) que a Rússia realizou com sucesso o teste do drone subaquático movido a energia nuclear, denominado Poseidon. A confirmação ocorre poucos dias após o país divulgar o teste de um míssil com capacidade nuclear.

Revelado em 2018 como um instrumento de dissuasão, o Poseidon é um drone não tripulado projetado para operar em alta velocidade e grandes profundidades, percorrendo longas distâncias de forma difícil de interceptar. Putin afirmou que o teste ocorreu na terça-feira (28), embora não tenha detalhado o local de lançamento nem o alcance do equipamento.

O drone é parte de uma série de seis “superarmas” com capacidades nucleares que a Rússia desenvolveu antes da invasão da Ucrânia, com o objetivo declarado de negociar a favor do país em termos de desarmamento com os Estados Unidos. Estima-se que o Poseidon possa atingir velocidades de até 185 km/h, com potencial para evitar sistemas de defesa e provocar tsunamis capazes de destruir cidades costeiras.

Além do Poseidon, Putin anunciou também o teste bem-sucedido do míssil Burevestnik, que possui um reator nuclear ativável em questão de minutos ou segundos, e que será incorporado às forças russas em breve. Outra arma mencionada foi o míssil intercontinental Sarmat, cuja entrada em serviço está prevista, apesar de imagens de satélite indicarem uma possível falha em teste recente.

As declarações foram feitas em um momento de tensão diplomática, após o cancelamento de uma cúpula entre Putin e o então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e críticas ao teste do míssil nuclear. Trump pediu foco nas negociações de paz, enquanto o Kremlin não comentou diretamente a declaração.

Especialistas analisam que a divulgação dessas armas pode ser uma estratégia russa para fortalecer sua posição geopolítica em meio ao conflito na Ucrânia, intensificando a competição no campo das tecnologias militares de alta complexidade.

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