Claro! Aqui está uma reescrita do título: “Ministro da Economia afirma: ‘Vamos comercializar cada centavo disponível no teto’.”

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Ministro da Economia da Argentina reafirma comprometimento com programa econômico e intervenção cambial

O ministro da Economia da Argentina, Luis Caputo, reafirmou nesta quinta-feira (data) a continuidade do programa econômico do governo, mesmo após o Banco Central (BC) realizar duas intervenções consecutivas no mercado para conter a alta do dólar. Caputo garantiu que não haverá mudança de rumo e que as autoridades venderão “até o último dólar no teto da banda cambial”.

Na quarta e quinta-feira, o BC argentino injetou US$ 432 milhões no mercado cambial para limitar a valorização do dólar, que ultrapassou o teto da banda cambial determinada pelo governo. Essa movimentação gerou apreensão entre investidores, elevando o risco-país ao maior nível em um ano.

As intervenções são as primeiras desde que a Argentina adotou o sistema de banda cambial, medida inserida no acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI), que liberou um financiamento de US$ 20 bilhões. A flexibilização do câmbio visa superar anos de controle rígido de taxas pelo governo e estimular maior transparência no mercado.

Caputo explicou que os dólares, tanto os já mantidos pelo Banco Central quanto os recentemente obtidos, serão utilizados exclusivamente para defender o limite superior da banda cambial. Analistas estimam que as reservas líquidas da autoridade monetária estejam em cerca de US$ 6 bilhões.

O ministro destacou que, apesar do cenário político instável, a Argentina preserva superávit fiscal e comercial, mantém o Banco Central capitalizado e não recorre à emissão monetária para financiar despesas. Caputo afirmou que há “dólares suficientes para todos” e que a defesa da faixa cambial é essencial para sustentar um programa econômico considerado estruturado e confiável.

“Não vamos nos desviar do programa”, reafirmou o ministro durante entrevista, ressaltando que o controle da banda cambial é uma medida para garantir a estabilidade econômica e a confiança no mercado local.

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